O Congresso dos Advogados Portugueses é, por natureza, o órgão
próprio para analisar, reflectir e debater o estado da Justiça e a situação da
Advocacia.
Num momento de crise económica e social e, acima de tudo, num
momento em que a Justiça é cada vez mais escrutinada e a Advocacia vítima dos
mais inacreditáveis ataques, torna-se essencial realizar uma discussão séria e
aprofundada sobre a actual situação e procurarmos encontrar meios e medidas
aptos a ultrapassar ou, pelo menos, atenuar as especiais dificuldades de toda a
sorte com que a Profissão se confronta diariamente.
A lista de candidatos a delegados ao Congresso que apresentamos a sufrágio dos Colegas – e cuja relação nominativa se encontra infra - pretende fazê-lo num ambiente plural e participado, que faça das nossas diferenças a nossa força, como aliás sempre foi tradição na nossa Ordem.
É nosso firme propósito representar os Colegas com o empenho e a convicção que nos são próprios.
É tempo de defender a Advocacia, numa fase em que estamos a ser alvo dos mais variados ataques.
É tempo de sermos actuantes e reivindicativos, numa altura em que a tendência tem sido a de apenas nos defendermos.
É tempo de sermos sólidos, num momento em que a superficialidade impera.
É tempo de de nos afirmarmos, pois só com a nossa afirmação pode ser realizado o Estado de Direito e defendidos os Cidadãos.
É tempo de a Advocacia se fazer ouvir e de exigir dos seus interlocutores o respeito que lhe é devido, sendo certo que para se ser respeitado é preciso saber respeitar e dar-se ao respeito.
Cara/caro Colega, esperamos poder contar com o seu voto.
A Lista A.